Carta pessoal : característica de uma carta - Danieducar

quarta-feira, 29 de maio de 2019

Carta pessoal : característica de uma carta


Para trabalhar em sala de aula e iniciar este gênero textual pouco conhecido dos alunos , em uma era de informatização, apresentei a eles os caminhos para chegarem a uma carta pessoal, que usava antigamente como meio de comunicação entre as pessoas.
Disponibilizei este 4 cartazes em tamanho A4, colorido com as características de uma carta para que os alunos do 3º ano do ensino fundamental ,produzam uma carta para enviar a um familiar.


 Os objetivos deste gênero é :
  •  Antecipar o que será lido a partir da forma.
  • Ler  e apresentar a eles uma carta.
  • Estimular a leitura em voz alta e a expressão oral
  • Retomar os conhecimentos adquiridos e aplicá-los na produção de texto.
  • Criar uma carta.
  • Respeitar as etapas de composição propostas.

A partir dos conhecimentos que os alunos possuem sobre o gênero carta, eles devem criar sua própria carta, respeitando as principais características e a proposta (carta a um interlocutor íntimo) e atentando à linguagem adequada.
Durante o processo de composição, os alunos devem contemplar as etapas de produção propostas: o planejamento,
elaboração de rascunho, avaliação e reescrita. 
Para tanto,não deixe de repassar com eles as instruções dadas.
Habilidades de acordo com a BNCC:

EF15LP01 :Identificar a função social de textos que circulam em campos da vida social dos quais participa cotidianamente (a casa, a rua, a comunidade, a escola) e nas mídias impressa, de massa e digital, reconhecendo para que foram produzidos, onde circulam, quem os produziu e a quem se destinam.

 EF15LP02 :Estabelecer expectativas em relação ao texto que vai ler (pressuposições antecipadoras dos sentidos, da forma e da função social do texto), apoiando-se em seus conhecimentos prévios sobre as condições de produção e recepção desse texto, o gênero, o suporte e o universo temático, bem como sobre saliências textuais, recursos gráficos, imagens, dados da própria obra (índice, prefácio etc.), confirmando antecipações e inferências realizadas antes e durante a leitura de textos, checando a adequação das hipóteses realizadas.


 


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